Adote uma criança. Ajude o Haiti.

Fase 2 da campanha "Adote uma família. Ajude o Haiti"

Quem somos

Se você chegou até aqui, deve estar tentando descobrir como é que surgiu essa campanha e quem está por trás dela. Somos uma equipe de vários jornalistas e um filósofo unidos por um trabalho de conclusão de curso: o documentário “Bleu et Rouge” (41′, 2010 / www.bleuetrouge.ufsc.br). O média-metragem, produzido na UFSC e filmado no sul do Haiti, nos possibilitou conhecer uma pequena comunidade chamada Torbeck (Les Cayes) em julho de 2009, seis meses antes do terremoto. O acolhimento da população e o carinho de crianças e adolescentes que fizeram parte do filme nos deixaram marcas grandes o suficientes para abastecer a vontade (e missão) de fazer esta campanha logo após o grande terremoto de Porto Príncipe.

A ideia da campanha surgiu de uma colega de faculdade, a hoje jornalista Camila Brandalise, que viu nas redes sociais uma oportunidade de divulgar a campanha e arrecadar fundos para enviar ao Haiti. Dois haitianos foram importantes para seriedade do trabalho: Pierre Jentil, então estudante de Filosofia e missionário na Grande Florianópolis, e Rose Michelle, então jornalista da Rádio haitiana TMZ. Os dois contatavam diretamente as famílias, verificavam as necessidades e nos avisavam imediatamente. Aqui no Brasil, acionávamos nossa rede social, levantávamos verba e enviávamos através da Western Union diretamente para o responsável da família. Todo o processo era registrado no blog, que acabou por ser o principal meio de comunicação entre a nossa equipe e os doadores.

A campanha durou quase dois anos. Quando as necessidades urgentes diminuíram e as doações tornaram-se mais escassas, o blog foi perdendo força até que encerramos a campanha. Pelo menos a primeira fase dela.

Em 2012, quase três anos depois que pisamos pela primeira vez em Torbeck, Pierre Jentil voltou para sua casa (nesta mesma comunidade) com a missão de dar continuidade à campanha. Visitou as famílias assistidas, conheceu escolas, conversou com muitas pessoas até chegarmos à ideia desta segunda fase. Por que não ajudarmos agora as crianças a estudarem? Afinal, este era o pedido mais recorrente: ajudar a matricular meu filho, a comprar o uniforme ou ajudar no transporte casa-escola. A nova fase ganhou força com a ajuda do jornalista Lucas Sampaio, que fez questão de ajudar na reativação do blog e na divulgação em São Paulo, onde trabalha.

Começamos então a segunda fase da campanha que, esperamos, será a semente de um projeto maior chamado Coin de La Joie (www.coindelajoie.org). Mas ainda há muito chão pela frente.

Faça parte desta rede. Adote uma criança. Ajude o Haiti.

Juliana Sakae

Juliana Sakae, 26 anos, é jornalista e subeditora online de um grande portal de notícias do Rio Grande do Sul. Mora atualmente em Porto Alegre, de onde irá blogar e atualizar as redes sociais.

Pierre Jentil – 31 anos, é bacharel em Filosofia e estuda Teologia em Florianópolis. É natural de Torbeck e estuda para ser padre missionário em sua comunidade natal. Atualmente trabalha na ONG Vida Nueva em Palhoça (jentilp@gmail.com).

Lucas Sampaio – 27 anos, é jornalista e fotógrafo de um grande jornal nacional baseado em São Paulo. É o responsável pela divulgação e arrecadação em seu estado (lucascmsampaio@gmail.com).

Fernanda Sakae e Maurício Tussi – equipe do documentário “Bleu et Rouge” e colaboradores e co-criadores da campanha Adote uma Família, Ajude o Haiti.

Camila Brandalise – 26 anos, Jornalista (camilabrandalise@gmail.com)


2 Respostas para “Quem somos”

  1. Marco Aurélio de Lacerda Pinto disse:

    Queria maiores informações de como poder ajudar uma familia no Haiti. Mas queria saber mais sobre a familia (conhece-los) e ter oportunidade de interagir diretamente com eles. Poder manter contato e planejar essa ajuda constante junto a família em suas necessidades gerais. Enfim queria compartilhar os problemas para gerir a solução.
    att
    Marco Aurélio

    • jusakae disse:

      Olá, Marco Aurélio,
      você pode conhecer as famílias acompanhando aqui no blog. Se você quiser um contato direto, tenho os telefones de todos, e emails de poucos. Se você fala francês ou créole haitiano, dá para ligar diretamente para famílias. Entre em contato comigo (jusakae@gmail.com).

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